quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sapo TEK

Parlamento Europeu aconselhado a rejeitar acordo internacional contra a pirataria

Publicado por Casa dos Bits

O parlamento deverá rejeitar o Anti-Counterfeiting Trade Agreement, mais conhecido por ACTA, porque não está suficientemente claro se o mesmo assegura os direitos dos cidadãos. O conselho é do relator David Martin, na sua recomendação formal à Comissão do Comércio Internacional.
No relatório assinala-se que as várias lacunas do acordo - onde se incluem a falha na definição inequívoca de "escala comercial" e o facto de obrigar implicitamente os ISP a atuarem como polícias da Internet - pode resultar numa restrição" não intencional" dos direitos civis.
Apesar de defender a rejeição do acordo, David Martin faz questão de alertar os deputados europeus para a necessidade de a UE proteger sua propriedade intelectual.
"A Europa só pode competir na base da inovação e da criatividade e para que isso aconteça terá de proteger a sua propriedade intelectual", referiu apelando para que a Comissão Europeia avance com uma proposta alternativa a breve trecho.
O relator notou ainda que um dos artigos do ACTA refere a possibilidade de renegociação do texto, sugerindo que Bruxelas poderá contactar as outras partes envolvidas no sentido de tentar alterar as medidas
Entretanto, o calendário de votação do acordo foi alterado, por forma a que todas os comités consultados tenham mais tempo para discutir as propostas e formular as suas opiniões. Desta forma, o acordo será votado em junho pela Comissão do Comércio Internacional, só devendo ser levado a plenário no mês seguinte, em julho.
Recorde-se que o ACTA está a ser analisado pelo Tribunal Europeu de Justiça, no sentido de apurar se o mesmo é compatível com os direitos e liberdades fundamentais consagrados pela legislação comunitária.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

EXPRESSO

Os conselhos do "homem mais feliz do mundo"

Matthieu Ricard trocou uma carreira científica de topo por uma vida de espiritualidade, meditação e ajuda humanitária nos Himalaias. Quarenta anos depois, o seu cérebro foi alvo de estudo e é considerado o homem mais feliz do mundo. Fomos descobrir o seu segredo.

Paula Cosme Pinto (www.expresso.pt)
Quarta feira, 25 de abril de 2012

Matthieu Ricard foi a grande atracção do II Congresso Internacional da Felicidade, em Madrid

Cinco perguntas a Matthieu Ricard:


Foi considerado o homem mais feliz do mundo. Qual é o seu segredo?
(risos) Não, isso não é bem assim.Mas posso dar alguns conselhos sobre as pessoas em geral. Primeiro há que se reconhecer que quer ser feliz. Acima de tudo não devemos negligenciar as nossas emoções, o nosso interior. Egoísmo, arrogância, agressividade são tudo sentimentos que nos fazem sentir mal, que controlam as nossas mentes e impedem a nossa felicidade. Não são sentimentos que nos sejam impostos, nós somos os responsáveis por eles e toda a gente sabe o mal que nos fazem. A verdade é que nós podemos treinar a nossa mente. Não interessa o que se passa cá fora, o nosso controlo aí é muito limitado. Já lá dentro só depende de nós.

Temos de pôr de lado os prazeres mundanos para sermos felizes?
Não há mal nenhum no prazer. Mas o prazer não tem nada a ver com felicidade. Imagine por exemplo um banho quente. Se viermos gelados da rua e nos pusermos debaixo de água quente, sabe maravilhosamente. Mas se ficarmos lá 24 horas, é insuportável. Tal como a música alta. Um bocadinho é bom, 24 horas pode ser tortura. Aliás, é um dos métodos usados em Guantanamo. Viver apenas de prazer deixa-nos exaustos. A felicidade é uma forma de estar na vida, não é apenas uma sensação momentânea.

Durante décadas, muitos psicólogos defenderam que nos devemos focar mais no "eu". Já você tem uma visão totalmente contrária. Afinal quem tem razão?
Essa é uma visão muito estúpida. É óbvio que devemos pensar em nós próprios, mas não devemos passar o dia focados no "eu, eu, eu". Que forma mais aborrecida de viver! O individualismo e o egoísmo destroem a felicidade. Essa ideia de que primeiro vou tomar conta de mim e depois, se me sentir bem, é que me dedico aos outros, não funciona. É uma atitude em que todos têm a perder. Parte de treinar a mente está em amar os outros, preocuparmo-nos com os outros, dar aos outros e aí a felicidade será conjunta. Dar e receber é uma bola de neve. Mas atenção: preocuparmo-nos connosco, gostarmos de nós, é importante. Só não pode é ser feito de forma narcísica.

Estamos no meio de uma profunda crise económica. Ainda há pouco tempo um homem suicidou-se em frente ao Parlamento grego por causa da falta de dinheiro. Nestas condições, como é que podemos ser felizes?
Se ligarmos a felicidade exclusivamente ao dinheiro nunca conseguiremos. Há muitas coisas supérfluas nas nossas vidas. Coisas de que não precisamos. Passamos a vida a tentar ter essas coisas materiais e se não as temos sentimo-nos miseráveis. Mas realmente precisamos delas? De tanto luxo?

E quando se deixa de ter dinheiro para pagar as contas? Não é uma questão de luxo...
Viver de forma mais simples não significa que tenhamos de voltar a viver na floresta. Mas não podemos nós mudar o estilo de vida e viver com menos? Essenciais são a amizade, a paz, a sensação de ter o coração cheio, de que cada momento vale a pena ser vivido. Está mais do que estudado - e atenção que não falo de ensinamentos budistas - que quanto maior o nível de consumismo, menor é a felicidade que se alcança.



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/os-conselhos-do-homem-mais-feliz-do-mundo=f721261#ixzz1t50eGa3x

SOL
100 peças em 40 anos de Comuna 
assinalados com estreia nesta noite


25 de Abril, 2012por Rita Silva Freire
Depois de quarenta anos de vida, a Comuna – Teatro de Pesquisa continua com o mesmo espírito com que nasceu: pôr em palco peças que nos façam pensar, que nos questionem, que lutem contra os poderes instituídos. E que melhor forma de comemorar um aniversário senão fazendo a festa com teatro?
A Controvérsia de Valladolid, de Jean-Claude Carrière, sobe esta noite ao palco do São Luiz (ficando em cena até 6 de Maio, altura em que transita para o palco da Comuna, até 17 de Junho), numa encenação de João Mota, com Carlos Paulo, Virgílio Castelo e Álvaro Correia nos principais papéis. Recuamos aos Descobrimentos e vemos uma acesa discussão entre Sepúlveda e Frei Bartolomeu de las Casas. São os povos conquistados humanos? Justifica o ouro a escravidão do outro?
São cerca de cem as peças que A Comuna já levou à cena. Nos palcos, estiveram dezenas de actores. Virgílio Castelo é a mais recente ‘aquisição’. É a primeira vez que trabalha com a Comuna. «Foi um convite que me honrou muito», diz. «Achei irrecusável. E depois de ler a peça ainda mais contente fiquei por me associarem, de algum modo, ao 40.º aniversário».
Também Hélia Correia não conseguiu recusar o convite de João Mota para subir ao palco em Édipo-Rei, de Sófocles, em 1988. A peça foi um êxito, esteve muitos meses em cena. Hélia já não aguentava fazer todos os dias a mesma coisa. «A experiência tornou muito mais funda a minha admiração pelo actor e pelo mistério do teatro. Desesperada, passados quinze dias, perguntava-lhes: ‘Vocês não estão fartos disto, todos os dias a mesma u coisa?’ Diziam-me: ‘Não, todos os dias é diferente’. Tudo o que se passa no teatro é enigmático. Há um grande mistério que nunca decifrei. O meu lado de dentro da Comuna deixou-me uma recordação muito bonita».
Fundada por João Mota, Carlos Paulo, Melim Teixeira, Manuela de Freitas e Francisco Pestana no 1.º de Maio de 1972, a Comuna nasceu numa garagem da Praça José Fontana. O nome, votado pelo público da Rádio Renascença, viria a dar-lhes problemas. Eram vistos como comunistas, como drogados. Não se importaram. A vontade de fazer teatro era imensa. Estrearam em Outubro, com Para Onde Is, a partir de Gil Vicente, e Feliciano e as Batatas, de Catherine Dasté. «Os primeiros anos foram excitantes para todos nós: um teatro novo nascia, vivido pelos actores, sem a figura do empresário, sem ordens. Colectivo, convicto, empenhado nas muitas transformações de mentalidades (e educação alternativa) de que necessitávamos», lembra Jorge Silva Melo, que recorda espectáculos como O Muro, A Mãe e Bão. «Diziam apenas isto: para fazer teatro, é preciso dedicação, alma e actores (com actores podemos fazer tudo). Vivíamos por ali».

domingo, 22 de abril de 2012


Correio da Manhã
Histórias

Chip português despista a morte súbita

A invenção de Ana Teresa Freitas, Alexandra Fernandes e Susana Santos pode prolongar a vida dos portadores de cardiopatias
Por:Vanessa Fidalgo 
Há uma nova esperança para quem sofre de cardiopatias congénitas. Uma equipa de investigadoras portuguesas desenvolveu o primeiro microchip capaz de detectar a predisposição para a miocardiopatia hipertrófica, uma disfunção primária cardíaca que é conhecida como a principal responsável pela temida morte súbita.
O revolucionário microchip funciona através de análises de ADN. Sendo uma pequena placa de 30,68 milímetros de comprimento por 19,68 milímetros de largura e 0,7 milímetros de altura, contém "poços" com menos de um milímetro onde são inseridas sequências de ADN, as quais contêm informação sobre alterações no genoma, validadas pela comunidade científica como associadas à doença que está a ser testada.
"Após o desenho do chip com estas alterações, é adicionado o ADN do paciente (retirado de uma amostra de sangue). Sempre que o indivíduo tenha no seu genoma uma alteração idêntica a uma das pré-programadas no chip, aparece um sinal positivo lido por um laser. Todos os sinais positivos correspondem a alterações no genoma do paciente, associadas à patologia", explicou a professora e investigadora Ana Teresa Freitas, que desenvolveu o chip em parceria com as investigadoras Alexandra Fernandes e Susana Santos. O resultado nasceu no Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores: Investigação e Desenvolvimento (INESC-ID) do Instituto Superior Técnico.
PATOLOGIAS ASSOCIADAS
A incidência da miocardiopatia hipertrófica – a patologia com maior associação a episódios de morte súbita – é de uma em cada 500 pessoas. Existem, no entanto, outras doenças cardiovasculares significativas como a miocardiopatia dilatada, a miocardiopatia arritmogénica, síndromes do QT longo e QT curto e síndrome de Brugada, entre outros.
A possibilidade de previsão e prevenção não existia. Até agora. E tudo graças a um teste "fácil que pode atribuir, de uma forma relativamente abrangente, um risco para a morte súbita".

sexta-feira, 20 de abril de 2012


Correio do Brasil

Dia do Índio: uma saga de sobrevivência

  Por Redação, com agências - do Rio de Janeiro
Dia do Índio
O Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas, cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar
No governo de Getúlio Vargas, em 2 de junho de 1943, foi editado o Decreto-Lei nº 5540, que estabeleceu o Dia do Índio. A data é comemorada no dia 19 de abril em homenagem ao primeiro Congresso Indigenista Interamericano, em 1940.
Desde a edição do decreto instituidor do Dia do Índio até o advento da Constituição de 1988 pouco foi realizado em prol dos indígenas brasileiros. Essa situação foi alterada a partir da vigência do novo ordenamento constitucional brasileiro, que reconheceu a multietnicidade brasileira e assentou a superação da visão integracionista que influenciava toda a legislação e a interpretação jurisprudencial a respeito de temas ligados aos índios.
O Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar. Somente em Mato Grosso, há 42 etnias identificadas, o que significa uma população superior a 28 mil indígenas. Número este que retrata a riqueza da diversidade cultural que o Estado possui.
Os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes. “Ser índio não é estar nu ou pintado, não é algo que se veste. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa. Não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea”, explica a antropóloga Majoí Gongora, do Instituto Socioambiental Brasileiro.
População indígena cresce 11,4%
A população indígena cresceu 11,4% em dez anos, somando 817 mil pessoas em 2010, representando 0,4% do total da população brasileira. Nesse mesmo período, os índios brasileiros se espalharam mais pelo território nacional. Em 2010, eles estavam presentes em 80,5% dos municípios contra  63,5% em 200. Os dados são do Censo, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo a pesquisadora Nilza Pereira, do IBGE, ainda não é possível explicar o motivo dessa maior distribuição dos indígenas pelo país. Uma das hipóteses é que as pessoas estejam revalorizando sua identidade ancestral, já que a declaração da etnia é feita pela própria pessoa entrevistada.
— Ainda estamos analisando os dados e isso deve ficar mais claro na pesquisa que vamos divulgar em breve. Mas talvez etnias que estariam supostamente extintas podem estar se reassumindo. É um ressurgimento dessa população, avaliou Nilza Pereira.
A Região Norte concentra 37,4% do total de indígenas brasileiros, sendo que o estado do Amazonas responde por 20,6%: 168,7 mil pessoas. O município de São Gabriel da Cachoeira, no noroeste do Amazonas, é onde há um maior número de indígenas: 29 mil. Em Uiramutã, Roraima, há o maior percentual de indígenas: 88,1% da população.

Estudo mapeia dez diferentes tipos de câncer de mama

 Por Redação, com BBC - Brasil

câncer de mama
Estudo inédito feito por britânicos e canadenses revela dez tipos diferentes de câncer de mama
Um estudo inédito revelou que o que se conhece atualmente como câncer de mamapode ser desdobrado em dez diferentes tipos, abrindo caminho para uma revolução no tratamento, que deve ficar cada vez mais específico para cada tipo de tumor.
A pesquisa, realizada por cientistas do Canadá e da Grã-Bretanha e publicada na prestigiada revista Nature, analisou mais de 2 mil mulheres com câncer, e seus resultados devem começar a ser aplicados em hospitais dentro de no mínimo três anos.
Para os especialistas, é possível comparar o câncer de mama a um mapa do mundo. Os exames atuais, mais abrangentes, teriam a capacidade de classificar a doença em diferentes “continentes”.
Agora, com as novas descobertas, serápossível mapear a doença em até dez diferentes tipos, com um grau de definição muito maior, como se fossem “países”.”O câncer de mama não é uma doença, mas sim dez diferentes doenças”, disse o chefe do estudo, Carlos Caldas.
- Nossos resultados abrem caminho para que no futuro os médicos possam diagnosticar que tipo de câncer uma mulher tem e os tipos de remédios que vão ou não funcionar, de uma maneira muito mais precisa do que é possível atualmente – acrescenta o pesquisador.
No momento, os tumores são classficados de acordo com sua aparência sob as lentes de microscópios e exames com “marcadores”. Aqueles identificados com “receptores de estrogênio” deveriam responder a tratamentos que utilizam o tamoxifeno (um modulador seletivo da recepção deste tipo de hormônio) e os classificados com “receptores Her2″ deveriam sofrer impacto da terapia com o medicamento Herceptin.
A grande maioria dos tipos de câncer de mama (mais de 70%) responde bem aos tratamentos com hormônios. Entretanto, a reação às terapias varia muito. “Alguns respondem bem, outros fracassam terrivelmente. Claramente precisamos de uma classificação mais detalhada”, diz Caldas.
Análise: O que isto representa para os pacientes?
O potencial das descobertas deste estudo é vasto e pode ter um papel transformador no tratamento do câncer de mama ao redor do mundo. No entanto, a aplicação da nova classificação ainda levará anos e o impacto imediato para pacientes será limitado.

Há diferenças claras entre as taxas de sobrevida para cada tipo de câncer identificado. As variedades dois e cinco, por exemplo, tendem a apresentar cerca de 40% de chances de sobrevida de 15 anos. Os tipos três e quatro têm 75% de chances de sobrevida do mesmo período.
Em termos de tratamento, as notícias são ruins. Até o momento há uma terapia bem delimitada para apenas um dos dez tipos: o medicamento Herceptin.
Os outros grupos permanecerão com procedimentos genéricos, à base de sessões de quimioterapia e radioterapia.

A esperança é que no futuro novos medicamentos sejam criados para cada tipo específico da doença.
Revolução
Os pesquisadores analisaram detalhes da genética celular de mais de 2 mil tumores, levando em consideração quais genes haviam sofrido mutação, quais estavam se multiplicando e quais estavam sendo desligados.

Após as análises, as células cancerígenas foram agrupadas em dez diferentes classificações, denominadas “IntClust” um a dez. ”Este é o maior estudo já realizado sobre os diferentes tipos de tumores de câncer de mama e vai alterar a maneira com a qual analisamos a doença, tendo um impacto enorme na forma de diagnosticar e tratar o câncer de mama nos próximos anos”, disse Harpal Kumar, chefe do instituto de Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, que financiou a pesquisa.
Os cientistas precisam agora comprovar os benefícios da nova classificação antes que médicos e hospitais de todo o mundo passem a utilizá-la –um processo que pode levar de três a cinco anos.
Para Delyth Morgan, chefe de campanhas contra o câncer de mama na Grã-Bretanha, o estudo pode “revolucionar a maneira com a qual a doença é diagnosticada e tratada”.
A pesquisa é um exemplo do que se conhece atualmente por “medicina personalizada” –que consiste em tratar uma doença a partir do mapeamento detalhado de seu comportamento genético.
O princípio pode, no futuro, ser aplicado às pesquisas que medem a resposta a medicamentos para doenças cardiológicas e tratamentos para conter o vírus HIV, dentre outros.

EUA
Doze multimilionários aceitam doar pelo menos metade das fortunas
Económico com Lusa   

Doze multimilionários juntaram-se hoje a uma iniciativa lançada há dois anos por Bill Gates e Warren Buffett para doar pelo menos metade das fortunas a uma boa causa.
"É magnífico que estas doze famílias se tenham unido ao projeto", disse Warren Buffett, co-fundador da campanha "Giving Pledge", citado em comunicado, em que se dá conta de que são já 81 os norte-americanos que aderiram à iniciativa.
O proprietário da holding financeira Berkshire Hathaway acrescentou que estes doze multimilionários, entre os quais estão nomes como Bill e Karen Ackman, Steve Bing, Elon Musk e John Michael Sobrato, "têm origens e situações diferentes, mas partilham o desejo de ver alterações positivas no Mundo".
Este compromisso arrancou em junho de 2010, uma ideia de Buffett e do casal Gates, e desde então já subscreveram a campanha 81 multimilionários norte-americanos, como o governador de Nova Iorque, Michael Bloomberg, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, e o herdeiro David Rockefeller.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Associação Vencedores do Cancro apresentou-se aos vimaranenses
O Comércio de Guimarães

Associação Vencedores do Cancro apresentou-se aos vimaranenses

A Associação de Vencedores do Cancro organiza este sábado um conjunto de actividades, no Largo da Oliveira, em pleno Centro Histórico de Guimarães.
A instituição foi criada em Janeiro tem como principal objectivo desafiar as pessoas atingidas pelo infortúnio da doença a unirem-se pela vida.
A colectividade surgiu sob o impulso de 13 sócios fundadores, todos eles exemplos de determinação na forma como ultrapassaram o cancro.
A Associação pretende desenvolver em Guimarães um conjunto de iniciativas destinadas a apoiar as pessoas a quem é diagnosticada a doença, assim como às respectivas famílias.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

JN

Imagens de satélite ajudam na contagem de pinguins

Um grupo de cientistas conseguiu, pela primeira vez, fazer a contagem do número de pinguins-imperador que vivem na Antártida, a partir do espaço. Através de imagens de alta-resolução transmitidas via satélite, foi possível ver o tamanho aproximado das colónias destas aves.

Os cientistas conseguiram fazer o primeiro censo de pinguins-imperador graças a técnica "pansharpening", que aumenta a resolução das imagens de satélite e permite fazer a distinção entre os pinguins e os elementos do seu "habitat" natural, a Antártida.

Apesar de os animais já terem sido vistos a partir do espaço, a tecnologia existente ainda não tinha permitido fazer a contagem. Agora, de acordo com um estudo levado a cabo pelo Centro Britânico de Investigação da Antártida, é possível que a comunidade tenha o dobro do número de animais anteriormente estipulado.

A equipa de contagem examinou imagens transmitidas pelos satélites privados "Quickbird2", "Worldview2" e "Ikonos", em 2009, que mostraram uma população de pinguins-imperador com cerca de 595 mil indivíduos, quase o dobro do número registado na contagem de 1992, onde foram identificados entre 270 e 350 mil animais."Não acreditei que fossem de facto pinguins, mas quando observei as imagens várias vezes percebi que não poderiam ser outra coisa", recordou a co-autora do projeto, Michelle LaRue.

Os avanços tecnológicos na transmissão de imagens via satélite foram um marco no estudo da evolução da espécie, uma vez que permitiram maior exatidão no registo do número de pinguins-imperador que existem atualmente na Antártida.

As aves, que são quase impossíveis de estudar por viverem em locais gelados e inacessíveis, foram facilmente identificáveis devido às cores da plumagem e à existência de alta-resolução na transmissão das imagens, contou Peter FretWell, líder do projeto.

sexta-feira, 13 de abril de 2012





OS 25 ANOS DO JORNAL ENTRE MARGENS


O bi-mensário jornal Entre Margens celebra este ano os 25 anos de existência.
Foram 25 anos de sacríficios para manter vivo e livre um pequeno jornal de freguesia.
Foram 25 anos a lutar contra os poderes instituídos que não gostam mesmo nada que algo lhes escape das mãos.
Foram 25 anos de uma enorme satisfação pelo exercício da crítica, do civismo e da opinião livre e da livre informação.
Eu tive o privilégio de ser seu director durante uma década.
Um hip!Hip!Urra! pelo Entre Margens!

jornal-entre-margens.blogspot.com