quinta-feira, 23 de agosto de 2012



Doença debilitante levou estudante de arte a pintar com a boca

Uma estudante britânica de arte foi aconselhada a desistir de pintar por ter uma doença debilitante que torna doloroso o simples facto de pegar no pincel. Heather Purdham decidiu antes aprender a pintar com a boca e conseguiu tirar notas brilhantes.

foto DR
Doença debilitante levou estudante de arte a pintar com a boca
Jovem aprendeu a pintar com a boca em meio ano

Heather Purdham é uma estudante de arte do Reino Unido que sofre de uma doença debilitante que lhe afeta os braços. Os médicos aconselharam a jovem de 17 anos a não prosseguir com o estudo de arte, pois poderia no futuro não conseguir pegar num pincel, tendo em conta as dores que o gesto lhe provoca atualmente.

Contudo, a jovem quis acabar o curso e, para tal, levou menos de um ano para aprender sozinha a desenhar e a pintar com a boca. "Os médicos disseram-me para desistir de arte no verão passado, mas eu sou muito teimosa", contou Heather Purdham ao tablóide britânico "Daily Mail". "Não me lembro de algum dia não ter gostado de desenhar, por isso sabia que tinha que me adaptar".

O processo de aprendizagem seguiu-se ao diagnóstico de síndroma de hipermobilidade, que relaxa as articulações, fazendo com que seja praticamente impossível agarrar objetos. A estudante começou a ter imensas dores no verão passado, enquanto fazia os exames ou quando pintava.

Ao início, os médicos pensaram que se tratava de outra doença e a jovem chegou a fazer uma cirurgia. Nos seis meses de recuperação foi impedida de desenhar com a mão direita e, inspirada pela artista britânica Alison Lapper, que nasceu sem braços, Heather Purdham começou a experimentar trabalhar com a outra mão, com os dedos, pés e boca.

Inicialmente a jovem só conseguia fazer rabiscos, mas a pouco e pouco foi desenvolvendo a técnica. A pintura que lhe garantiu a classificação máxima na escola levou 16 horas a completar. A jovem também conseguiu nota máxima em psicologia, a área que quer seguir.

"Eu quero trabalhar como pedopsiquiatra e adoraria usar a arte como terapia para inspirar as crianças a desafiarem-se a elas próprias. Espero que a minha história também as inpire", declarou a jovem ao "Daily Mail".


Brasil facilita pedido de visto permanente para estrangeiros com contrato de dois anos

Os estrangeiros que trabalham no Brasil com visto temporário, com contrato laboral de dois anos, poderão solicitar a transformação do visto em permanente, a partir da primeira renovação, informou o Ministério da Justiça brasileiro.

Pela legislação brasileira, os contratos laborais com estrangeiros são feitos num prazo máximo de dois anos, prorrogáveis por mais dois.

De acordo com a norma anterior, apenas a partir da segunda renovação - passados quatro anos - o contrato poderia passar a vigorar por tempo indeterminado e o estrangeiro adquiria o direito de solicitar o visto permanente.

A partir de agora, esse pedido poderá ser feito a partir da primeira renovação, no caso dos contratos de dois anos.

De acordo com o Ministério do Trabalho do Brasil, a alteração é uma adequação à legislação trabalhista brasileira, bem como ao parecer da Advocacia Geral da União (AGU) sobre o tema.

Para dar entrada à solicitação de visto permanente, o imigrante deverá enviar o pedido 30 dias antes de vencer o visto temporário.

Concessionária acata decisão judicial e suspende obras na hidroelétrica de Belo Monte

A concessionária Norte Energia, responsável pela construção e operação da hidroelétrica de Belo Monte, em Altamira, na Amazónia brasileira, anunciou, esta quinta-feira, a suspensão das obras, em cumprimento da decisão judicial divulgada na semana passada.

A empresa informou também que está a tomar as medidas para tentar reverter a suspensão, e seja possível retomar as obras "o mais rápido possível".

A justiça brasileira determinou a suspensão das obras da hidroelétrica na última quarta-feira, após identificar irregularidades no processo de autorização da construção, nomeadamente a falta de consulta prévia às comunidades indígenas antes da permissão dos estudos para o empreendimento.

Na última sexta-feira, a Norte Energia afirmou que a paralisação das obras de construção pode deixar 20 mil trabalhadores no desemprego e que, se a suspensão durar até dezembro, a entrega da barragem poderá demorar mais um ano. Atualmente, a conclusão da hidroelétrica está prevista para 2019.

A hidroelétrica de Belo Monte é um dos maiores empreendimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo brasileiro e, quando estiver pronta, será a terceira maior barragem do mundo, com potência instalada de 12 mil megawatts (MW), gerando em média 4.000 MW.

A obra está a gerar polémica entre os que defendem a necessidade de mais produção de energia no país e os ambientalistas, que a criticam a obra por esta prejudicar os indígenas, a fauna e a flora da região.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Português identifica mecanismo de proteína que afeta memória na doença de Parkinson Sapo Notícias

Português identifica mecanismo de proteína que afeta memória na doença de Parkinson

Descoberta permite testar novos medicamentos para combater doença

Um investigador português identificou o funcionamento de uma proteína que interfere com a comunicação entre células do cérebro e afeta a memória em doentes de Parkinson, permitindo testar novos medicamentos para evitar estes problemas.

O trabalho liderado pelo cientista Tiago Fleming Outeiro, do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina de Lisboa, é hoje publicado no Journal of Neuroscience (Jornal de Neurociência).

"Vimos que os oligomeros da proteína alfa-sinucleína alteram e interferem na transmissão sináptica, a comunicação entre as células nesta área, que é muito importante para os processos de memória e aprendizagem”, disse hoje à agência Lusa Tiago Outeiro.

A investigação agora apresentada abre "uma enorme perspetiva para podermos intervir a este nível, quer tentando impedir a acumulação desta proteína fora das células, porque sabemos que ai está a causar estes problemas, quer utilizando fármacos, drogas, que possam interferir com estas proteínas, modelando a comunicação neuronal”, explicou.

O cientista acrescentou que a intervenção ao nível dos sintomas da doença de Parkinson “não tem sido possível porque não se conheciam estes mecanismos”.

Estudos recentes mostraram que uma das proteínas associadas à doença de Parkinson é detetada também fora das células do cérebro, mas não se sabia quais as consequências ou qual o tipo de formas mais problemáticas de proteína.

Os investigadores testaram o efeito de três tipos de aglomerados da alfa-sinucleína fora das células no contexto da função neuronal.

"Vimos que apenas um tipo específico destas formas da proteína, os oligomeros de alfa-sinucleína, é capaz de afetar a comunicação neuronal, em termos científicos transmissão sináptica", especificou Tiago Outeiro.

Quando os neurónios no cérebro não comunicam de forma eficiente ou normal começam a surgir problemas relacionados com vários tipos de doença, como a doença de Parkinson, e parte dos doentes acabam por desenvolver problemas cognitivos, de memória, de aprendizagem ou psicológicos.

"Foi na zona do hipocampo, associada à formação da memória, por exemplo, que detetamos estes efeitos e foi ai que focamos este estudo para perceber de que forma esta proteína causa problemas", explicou.

"Há uma oportunidade muito grande de se testarem novos fármacos para aspetos particulares da doença, até agora menos possíveis de ser tratados, e corrigir defeitos na comunicação neuronal e encontrar fármacos que possam evitar a acumulação destes oligomeros de alfa-sinucleína que se acumula nos cérebros dos doentes de Parkinson", resumiu Tiago Outeiro.

@Lusa

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

i

Dilma assina decreto que aumenta salário mínimo para 257 euros

Por Agência Lusa

A Presidente brasileira, Dilma Rousseff, assinou hoje o decreto que aumenta em cerca de 14 por cento, para 622 reais (257 euros), o valor do salário mínimo do país a partir de 01 de janeiro de 2012.

Atualmente, o valor mínimo que um trabalhador brasileiro pode receber por mês é 545 reais (225 euros). O reajuste estava previsto no Orçamento de 2012, aprovado na quinta-feira pelo Congresso do país.

O novo salário mínimo deverá colocar 64 mil milhões de reais (26,4 mil milhões de euros) na economia brasileira no próximo ano, segundo cálculos da LCA Consultores, citados pelo jornal O Estado de São Paulo.

Uma lei aprovada este ano no Congresso brasileiro garante reajustes acima da inflação para o salário mínimo do país até 2015. A política de valorização começou a ser adotada durante o Governo do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após um acordo com sindicalistas.

Pela fórmula, o reajuste anual do salário mínimo corresponde à variação da inflação no ano anterior somada ao percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

Ou seja, o aumento do salário mínimo em 2012 é baseado na projeção da inflação oficial para 2011 (6,65 por cento) e no crescimento da economia brasileira em 2010 (7,5 por cento).

Apesar dos ganhos nos últimos anos, o salário mínimo brasileiro ainda está abaixo do patamar necessário para suprir as despesas básicas do trabalhador, segundo um cálculo divulgado no início do mês pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

De acordo com o estudo, para suprir os gastos das famílias com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o salário mínimo brasileiro deveria ser de 2.349,26 reais (969,13 euros).

domingo, 19 de agosto de 2012

El Correo Bizcaya

SOCIEDAD

Bélgica alerta del peligro de mantener operativas centrales nucleares como Garoña
La Agencia Nuclear del país aboga por el «cierre permanente» de este tipo de instalaciones tras detectar fisuras en la vasija de una planta similar a la burgalesa

AGENCIAS | BRUSELAS.

Bélgica alerta del peligro de mantener operativas centrales nucleares como Garoña
La detección de miles de micro-grietas en la vasija de uno de los reactores de la planta nuclear de Doel, en Bélgica, no sólo ha puesto en duda la seguridad de esta central, situada al norte del país, sino la de otra veintena de instalaciones similares repartidas por todo el mundo, entre ellas, la burgalesa de Garoña y la valenciana de Cofrentes. Ésta es la conclusión que se desprende de las palabras del director general de la Agencia Federal Nuclear de Bélgica (AFCN), Willy De Roovere, que ayer se mostró favorable al «cierre permanente» de todos los reactores similares al de Doel, puesto que pueden presentar los mismos problemas que llevaron a su parada inmediata a principios de junio.
Al parecer, el constructor de la vasija del reactor número 3 de esta planta es la misma empresa - la holandesa Rotterdam Droogdok Maatschappij, ya desaparecida- que en los años 60 y 70 se encargó de los cilindros de contención instalados en las 20 centrales ahora cuestionadas. «Esperamos que los países afectados lleven a cabo las inspecciones necesarias y, si detectan fisuras serias, procedan a su cierre permanente», insistió De Roovere en una entrevista publicada en el diario flamenco 'De Morgen'.
Según confirmaron ayer fuentes del Consejo de Seguridad Nacional (CSN), en España hay dos plantas que compraron los materiales para fabricar sus vasijas precisamente a la empresa Rotterdam Droogdok Maatschappij: la de Santa María de Garoña (Burgos) y Cofrentes (Valencia). Al margen de españolas y belgas, las otras instalaciones implicadas están repartidas por Estados Unidos (hasta una decena de reactores), Argentina (una planta) y Europa: dos en Países Bajos, dos en Alemania, uno en Suecia y dos en Suiza.
Por el momento, las autoridades belgas ya han anunciado que procederán a revisar el otro reactor nuclear del país, el número 2 de Tihange, que comparte esta misma tecnología. Los resultados no se conocerán hasta mediados de septiembre pero los primeros cálculos realizados por los técnicos de la AFCN estiman que la probabilidad de que presente los mismos problemas ronda el 50%. «Me parecería sorprendente que no hubiese nada», advirtió De Roovere.
Las anomalías detectadas en Doel III gracias a novedosas pruebas de ultrasonidos muestran indicios de 8.000 grietas de hasta 2 centímetros en la vasija del reactor, lo que pone en seria duda la continuidad de la planta, ahora parada. La Agencia Federal Nuclear belga ya ha dejado claro que la reparación es «prácticamente imposible» porque existe el «peligro de provocar más rajas en las paredes y riesgo de radiación». «Nunca se ha cambiado la vasija de un reactor nuclear en ninguna parte del mundo», recordó el experto belga.
350 plantas en el mundo
Aún se desconoce si el origen de las grietas se halla en el proceso de fabricación de la estructura de la vasija o en deficiencias en el acero utilizado. Si finalmente se trata del segundo escenario, el problema será aún mayor, pues podría afectar a todos los reactores de la misma generación, es decir, alrededor de 350 del total de 450 que existen en todo el mundo. «Estaríamos ante un problema global», confesó el presidente de la AFCN.
El director general de la Agencia Federal Nuclear belga también explicó que si, en última instancia, se cierran los dos reactores ahora bajo sospecha, los problemas de suministro eléctrico serían inevitables en su país durante el invierno, dado que se perdería una producción de unos 2.000 megavatios.
A la vista de estas previsiones tan poco halagüeñas, la Comisión Europea espera que todos los países «extraigan lecciones» a raíz de las fisuras en Doel III. En este sentido, la institución con sede en Bruselas recordó ayer que aboga por una legislación tanto a nivel europeo como de cada Estado que contemple -«con rigor y al detalle»- los siguientes puntos: la calidad de los materiales de las centrales nucleares y las normas sobre la protección de los empleados. Ahora bien, tras los últimos acontecimientos, recomienda que toda esta normativa «sea revisada y controlada por las autoridades y los reguladores nacionales».

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

EXAME INFORMÁTICA
Ciência
Impressoras 3D vão permitir a construção de casas baratas
Há quem acredite que é possível construir uma casa em 20 horas, recorrendo a impressoras 3D gigantes.

Márcio Florindo


Segundo a DVice, um professor da Universidade da Califórnia do Sul desenvolveu um sistema que permite imprimir um edifício inteiro em cerca de 20 horas, recorrendo a uma impressora 3D gigante.

A Countour Crafting recorre a uma impressora 3D de grandes dimensões pendurada sobre o espaço que a casa vai ocupar. Depois, a máquina vai construindo as paredes usando camadas sucessivas de cimento. A impressora é capaz de ir adicionando outros elementos à medida que avança, como canalização e fios elétricos.

O Professor Behrokh Khoshnevis diz que esta técnica permitirá construir casas mais baratas e em menos tempo. O Professor considera que a técnica é especialmente valiosa para eliminar bairros de lata nos países em desenvolvimento ou para áreas devastadas por desastres naturais, mas diz que o processo pode ser adaptado para casas mais luxuosas ou edifícios maiores.

Dado que o design é determinado por um programa de computador, é também muito fácil adicionar pormenores arquitetónicos únicos, para não acabarmos com uma casa igual à do vizinho.

domingo, 12 de agosto de 2012

EL PAIS

México marcha por la paz en EEUU

El poeta Javier Sicilia encabeza una caravana para reclamar a Washington un cambio de estrategia antidrogas

El activista Javier Sicilia habla durante una rueda de prensa en Tijuana, fronteriza con EE UU. / Alonso Rochín (EFE)

Javier Sicilia, el poeta mexicano que dejó la poesía tras el asesinato de su joven hijo Juan Francisco, en marzo de 2011, comenzó este domingo en San Diego, California una peregrinación que rematará el 12 de septiembre en la capital de Estados Unidos. Con escalas en una veintena de ciudades, la Caravana por la Paz reclamará a Washington que detenga la guerra antidrogas que apenas afecta el abasto de narcóticos al mercado estadounidense y además falla en prevenir que armas de asalto vendidas en suelo estadounidense acaben en manos de criminales al sur del Río Bravo.

“Vamos a decirle a la población norteamericana que detrás de sus adictos, y detrás de la guerra declarada por su gobierno, están nuestros muertos y nuestros desaparecidos”, dijo Sicilia el viernes en rueda de prensa en la capital mexicana antes de viajar a Tijuana. “Esta guerra está poniendo en crisis la democracia. Tenemos que atacar el problema de raíz y construir la paz, de lo contrario perderemos nuestra nación y nuestros derechos”.

Junto con Sicilia, líder del Movimiento por la Paz con Justicia y Dignidad, marcharán otras 110 personas, entre ellas 54 víctimas directas de la tragedia que, en el marco de la guerra contra las drogas, ha dejado en México 70.000 muertes y 20.000 desaparecidos, según su propio recuento. Apoyada por 80 organizaciones, la Caravana por la Paz recorrerá 9.400 kilómetros a lo largo de ciudades de estados como Arizona, Tejas, Georgia, Illinois y Nueva York antes de llegar a la capital estadounidense.

La marcha quiere llamar la atención sobre la inutilidad de la estrategia actual contra las drogas, el tráfico ilegal de armas, la urgencia de un efectivo combate al lavado de dinero, la necesidad de una renovada cooperación internacional para contener a los criminales y, finalmente, alertar sobre la amenaza que suponen las mafias criminales para los inmigrantes.

Esta caravana es la tercera que emprende Sicilia, quien con sus movilizaciones logró que en México se escuchara la voz de víctimas del combate anticrimen lanzado en diciembre de 2006 por el presidente Felipe Calderón. Durante años, el mandatario mexicano se aferró a un discurso en el que los asesinados eran señalados como sospechosos de estar involucrados en el crimen organizado. La posición del Gobierno se resquebrajó cuando entre esos “daños colaterales” se empezaron a conocer las historias de víctimas que eran mujeres que iban a la panadería, estudiantes confundidos con maleantes, adolescentes deportistas confundidos con pandilleros y hasta niños que volvían de un paseo.

En las dos caravanas previas, —una por los estados del norte y otra por el sur de México—, Sicilia consiguió que cientos de familiares de víctimas de la violencia vencieran el temor y reclamaran justicia por los asesinatos y desapariciones de sus seres queridos. La abrumadora mayoría de los crímenes no son investigados ni resueltos.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

LA VIE

HOMMAGE

L'Abbé Pierre, un combat de 100 ans

Il aurait eu 100 ans le 5 août 2012. Son action auprès des mal logés et des exclus est encore dans toutes les mémoires. A l'occasion du centenaire de la naissance de l'abbé Pierre, plusieurs livres et autres événements lui sont consacrés.

© Centre Abbé Pierre - Esteville

© Centre Abbé Pierre - Esteville

L'année 1912 devrait être marquée d'une pierre blanche par tous ceux qui se battent contre la mal-logement et qui veulent donner un toit à ceux qui n'en ont pas. Sacrée coïncidence, en effet, cette année-là fut non seulement celle de la naissance du logement social, mais aussi celle de l'abbé Pierre, à Lyon. De celui qui, il y a cinq ans, nous quittait pour ses « grandes vacances » comme il avait coutume de dire. Pendant près de soixante ans, l'homme de l'hiver 1954 a mené un combat sans faille au service des plus démunis, des sans logis et des sans papiers. En France d'abord, avec la création de la première communauté des chiffonniers d'Emmaüs, puis dans le monde entier. Alors que son action perdure à travers la fondation qui porte son nom et de multiples communautés ou associations, paraîtra le 22 août le témoignage fort de deux compagnons de route, qui ont participé à son combat, tandis que biographie et testament spirituel sont rééditées.

Dans "L'abbé Pierre, fondateur et rebelle" (DDB, 16 €) - un beau titre - Laurent Desmard, qui fut son dernier secrétaire personnel, et Raymond Etienne, premier président d'Emmaüs France et président de la Fondation Abbé Pierre, racontent leur aventure militante avec cet homme qui « voulait aller de l'avant, mais sans laisser personne sur le bord de la route ». Publiée il y a quelques années, la biographie écrite par un de ses confidents, Pierre Lunel, L'abbé Pierre, l'insurgé de Dieu (Archipoche, 8,65 €) vient d'être rééditée dans une version augmentée. C'est aussi le cas de Testament et Dieu merci, deux grands textes de l'abbé parus en 1994 et 1995 aux éditions Bayard.

Au-delà de cette actualité éditoriale, de nombreux pèlerins et amis se rendront au cours du mois d'août à Esteville (76), où est enterré celui qui vécut là-bas de nombreuses années. Entièrement dédié à l'abbé Pierre et à l'engagement qui fut le sien, le centre abbé Pierre-Emmaüs a été inauguré en janvier dernier. Il donne l'occasion à ceux qui le visitent d'entrer dans l'intimité de l'abbé Pierre en découvrant ses objets personnels, sa chambre laissée en état d'origine, son bureau et son atelier, ainsi que la chapelle où il aimait se recueillir. Le dimanche 5 août, jour anniversaire de la naissance de l'abbé Pierre, une messe télévisée sera célébrée dans le parc du centre, retransmise en direct dans l'émission Le Jour du Seigneur, sur France 2.

Grande figure de l'Eglise et du christianisme social, l'abbé Pierre fut, pendant des années, la personnalité préférée des Français. « Le catholicisme de notre pays peut-il encore espérer l'émergence d'une personnalité aussi populaire que lui » ? C'est la question pertinente que se pose, sans trop d'illusions, Philippe Clanché dans l'hebdomadaire Témoignage Chrétien du 26 juillet 2012. Non seulement le contexte a profondément changé, mais il sera difficile de trouver un homme dont le parcours et l'engagement seront aussi féconds et feront autant l'unanimité. Pour nos concitoyens, l'abbé Pierre n'était pas seulement un prêtre exceptionnel, défenseur des pauvres et des exclus. Il était devenu, au fil des années, la voix de leur conscience.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

BRASIL



RMB apresenta saldo positivo de empregos

Belém teve um saldo positivo de empregos formais no mês de junho e também no primeiro semestre deste ano. Os dados são do balanço feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos (Dieese/PA) sobre a situação dos postos de trabalho por setores de atividades na Região Metropolitana de Belém, baseado em dados oficiais do Ministério do Trabalho, pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

Em junho deste ano, Belém apresentou um saldo positivo de 1.302 postos de trabalho. Os setores que apresentaram melhor desempenho foram o de Serviço, com 994 postos de trabalho e o de Serviços de Indústria e Utilidade Pública, com 178. Muitos setores também mostraram queda, como o de Comércio com saldo negativo de 52 postos de trabalhos e o da Indústria de Transformação com a perda de 30 postos de trabalhos.

Já durante o primeiro semestre, a Região Metropolitana de Belém obteve crescimento de 1,91% na geração de empregos formais na comparação ao mesmo período do ano passado. Foram criados 5.457 postos de trabalho, os setores de destaque de janeiro a junho deste ano foram o de Agropecuária, com saldo positivo de 532 postos de trabalhos, o de Indústria de Transformação com 477 e de Comércio com saldo positivo de 297 postos de trabalhos. Os setores econômicos que apresentaram saldo negativo de empregos formais, a maior queda foi no setor da Construção Civil com recuo de 129 postos. Veja no infográfico o balanço da geração de postos de trabalho em sete setores econômicos na Região Metropolitana de Belém.