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VISÃO
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(Lusa) -- A Câmara Municipal da Amadora vai lançar uma
campanha que visa "desmistificar rumores e preconceitos" em relação à
comunidade imigrante do município, formando "agentes anti-rumor" que
possam ter um efeito multiplicador na disseminação da informação.
A presidente da autarquia, Carla Tavares, explicou hoje à Lusa que a
campanha, denominada "Não alimente o rumor" e que vai ter como símbolo
um papagaio, resulta de um desafio lançado pelo Conselho Europeu e
arranca a 10 de setembro, assente nos resultados de um estudo que o
ISCTE -- Instituto Universitário de Lisboa está a ultimar e que aborda
questões como "a vivência e a empregabilidade" da comunidade imigrante
em Portugal.
O estudo do ISCTE tem como ponto de partida alguns "rumores" ou
preconceitos relativos à comunidade imigrante, como, por exemplo, "os
imigrantes não querem e não gostam de trabalhar", "os imigrantes roubam
trabalho aos portugueses", "os imigrantes vivem à custa dos subsídios e
outros apoios do Estado", "os imigrantes estão sempre ligados à
criminalidade" ou "crianças imigrantes só trazem problemas às escolas".
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domingo, 31 de agosto de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
JN
Urina transformada em eletricidade pela UMinho
Processo baseia-se na separação e reutilização das correntes de água geradas nas casas
Publicado
EMÍLIA MONTEIRO
Parece estranho e Madalena Aves, docente da Universidade do Minho e
responsável pela investigação, confirma que não é fácil explicar a ideia
e a forma de "produzir energia elétrica com base na urina humana".
"As pessoas só têm que imaginar que, assim como já
fazem a separação dos resíduos sólidos para que eles possam ser
reaproveitados de forma diferenciada, isso também pode e deve acontecer
com os efluentes líquidos, entre eles a urina", simplificou a professora
universitária.
O objetivo é produzir, numa primeira fase, fertilizantes para solos rico em fósforo e magnésio. Numa segunda fase, será a de utilizar células de combustível microbianas capazes de gerar eletricidade e fertilizantes ricos em azoto.
O objetivo é produzir, numa primeira fase, fertilizantes para solos rico em fósforo e magnésio. Numa segunda fase, será a de utilizar células de combustível microbianas capazes de gerar eletricidade e fertilizantes ricos em azoto.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Luxembourg
François Bausch, jamais sans son vélo
2014-08-20
Photo: Pierre Matgé
Le vélo, ce n'est pas qu'un mot inscrit sur un projet de loi
posé sur le bureau du ministre du Développement durable et des
Infrastructures, c'est le quotidien de François Bausch, qui sillonne la
ville à bicyclette.
Observ.- Este político, ministro, vive num país onde o salário mínimo atinge os 1921 € mensais...
De notre journaliste
Delphine Dard
Si on veut parler mobilité douce et des projets prévus en la matière à Luxembourg et dans le pays, il faut s'adresser au ministre du Développement durable et des Infrastructures, François Bausch. Et quand on prononce le mot vélo, le ministre est intarissable et sait de quoi il parle, puisqu'il circule tous les jours sur son Brompton.
Le ministre du Développement durable et des Infrastructures, François Bausch, est particulièrement sensible au sujet de la mobilité à vélo, pas seulement par rapport à la fonction qu'il occupe, mais aussi parce qu'il se déplace quotidiennement à bicyclette.
Chaque matin et chaque soir, il effectue à vélo les cinq kilomètres qui séparent son domicile du ministère, et lorsqu'il a un rendez-vous en ville, il opte évidemment aussi pour son vélo. «Le vélo est le moyen de transport le plus efficace en ville. Vous n'avez pas de problème d'embouteillages, et généralement, vous trouvez un emplacement pour garer votre bicyclette juste devant l'endroit où vous souhaitez vous rendre», explique le ministre.
Il force ainsi l'admiration de ses collaborateurs les plus proches et suscite parfois aussi leur jalousie lorsqu'ils se retrouvent bloqués dans leur véhicule sur le pont qui relie le Kirchberg au centre-ville et voient passer le ministre tranquillement à vélo, ce dernier qui, évidemment, sera arrivé avant eux aux rendez-vous, ou aura même pris le temps de s'arrêter discuter avec un citoyen ou une connaissance.
sábado, 23 de agosto de 2014
GREEN SAVERS
Nova Iorque: cabeleireiro oferece cortes de cabelo aos sem-abrigo todos os domingos
23 de Agosto de 2014.
Mark Bustos, um cabeleireiro de Nova Iorque, passa os seus
domingos – o único dia em que não trabalha – a cortar os cabelos dos
sem-abrigo de forma gratuita, já que de outra maneira estas pessoas não o
conseguiriam cortar.
A ideia surgiu a Mark quando em 2012 foi visitar a família nas
Filipinas. Tocado pela pobreza local, o cabeleireiro decidiu alugar uma
barbearia para poder cortar o cabelo de crianças locais necessitadas,
escreve o Bored Panda.
A experiência foi tão gratificante que, quando regressou a Nova
Iorque, decidiu que aos domingos iria trocar o salão de luxo, onde
trabalha, pelas ruas, ajudando os mais necessitados da maneira que
melhor sabe fazer: melhorando-lhes o visual.
Na rua, a abordagem é sempre a mesma. Bustos aproxima-se de uma
pessoa a quem diz “Hoje quero fazer alguma coisa simpática por si”. Se o
interesse foi mútuo, o cabeleireiro oferece os seus serviços. Bustos
chega a cortar o cabelo a seis sem-abrigo a cada domingo. As imagens dos
resultados são publicadas posteriormente na sua conta de Instagram.
Este “hair stylist” trabalha na área desde a adolescência – aos 14
anos fazia as primeiras experiências em cabelos de desconhecidos na
garagem dos seus pais. Cortar o cabelo a sem-abrigo é sua forma de
contribuir numa cidade que tem mais de 60 mil pessoas sem casa.
Mark Bustos conta que o seu “cliente” mais memorável foi um
sem-abrigo chamado Jemar Banks. “Ele não tinha muito para falar enquanto
eu lhe cortava o cabelo, até eu lhe mostrar o resultado do que tinha
acabado de fazer. A primeira coisa que me disse foi ‘Conhece alguém que
esteja a contratar?’”.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Rádio Renascença
Portuguesa na elite mundial dos inovadores criou adesivo que salva bebés
21-08-2014 6:00 por Ricardo Vieira
Uma ideia que pode ajudar a salvar bebés
com problemas cardiovasculares valeu à cientista portuguesa Maria
Pereira um lugar na lista dos jovens mais inovadores do mundo, elaborada
pela revista "MIT Technology Review".
"É uma honra pelo reconhecimento do trabalho que foi feito e claro
que é importante ser distinguida nesta lista. Fiquei surpreendida e
muito contente", disse à Renascença a investigadora, de 28 anos, que actualmente desenvolve a sua actividade em Paris.
Maria Pereira é a primeira cientista portuguesa a integrar a lista de inovadores com menos de 35 anos da "MIT Technology Review"
pelo seu trabalho no campo da biotecnologia e medicina e
desenvolvimento de uma tecnologia com capacidade para transformar o
mundo.
Adesivo para "pequenos buraquinhos no coração"maria
licenciou-se em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de Coimbra,
integrou o projecto MIT Portugal e rumou aos Estados Unidos. Em Boston,
ajudou a criar um adesivo que pode ser aplicado nos bebés (seis em cada
mil) que todos os anos nascem com problemas cardiovasculares.
A investigação envolveu uma equipa multidisciplinar de médicos e
cientistas e contou com a colaboração de várias instituições, como o
Brigham & Women’s Hospital e o Children’s Hospital de Boston.
"Primeiro, identificou-se o problema e, depois, surgiu a ideia de
desenvolver estes adesivos” para fechar os “pequenos buraquinhos no
coração" dos bebés e restabelecer a circulação sanguínea, explica Maria
Pereira.
O adesivo é formado por um biomaterial que pode ser aplicado no
recém-nascido de maneira menos agressiva do que uma cirurgia
tradicional.
"Actualmente, isto feito é através de operações invasivas, com a
aplicação de costuras. Também existem alguns dispositivos médicos, mas
normalmente são metálicos, não têm capacidade de crescer com a criança e
causam alguma erosão nos tecidos cardíacos. Então, a ideia que nós
tivemos foi desenvolver um adesivo que pode ser aplicado de maneira
minimamente invasiva e que adere bem ao tecido cardíaco mesmo na
presença de sangue", sublinha a cientista.
O projecto começou a ser desenvolvido em 2009 e três anos depois
começaram os testes em animais. "Neste momento, a tecnologia foi
licenciada à ‘startup’ Gecko Biomedical e o nosso plano é trazer a
tecnologia para o mercado no espaço de dois a três anos", estima Maria
Pereira.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
SAPO Desporto
Futebol Feminino
11-08-2014
Ouriense garante apuramento inédito para Liga Campeões
Por SAPO Desporto sapodesporto@sapo.pt
Dois
golos na segunda parte garantiram hoje a vitória ao Atlético Ouriense
sobre o ASA Tel-Aviv, em Fátima, conseguindo o clube de Ourém o
apuramento para a Liga dos Campeões, feito inédito no futebol feminino
português.No segundo jogo do Grupo 8 de apuramento para a Liga dos Campeões, o Atlético Ouriense venceu por 2-1, golos de Mariana Coelho e Pisco, em duas falhas da guarda-redes da equipa de Israel, assegurando a segunda vitória e consequente apuramento.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Igreja aprova nomeação de mulheres bispo
in A BOLA Redação
A igreja de
Inglaterra (anglicana) ultrapassou esta segunda-feira divisões amargas e
votou a favor da nomeação de mulheres bispo pela primeira vez em quase
500 anos de história.
Esta decisão contraria a anterior rejeição de 2012 e surge depois de uma intensiva diplomacia levada a cabo pelo Arcebispo de Canterbury, Justin Welby.
A votação foi feita pelas diferentes “casas” da igreja, tendo na Câmara dos Bispos votado 37 a favor, dois contra e uma abstenção, a Casa do Clero teve 162 votos a favor, 25 contra e quatro abstenções e a Câmara dos Leigos 152 a favor, 45 contra e cinco abstenções.
As primeiras mulheres bispo podem agora ser nomeadas antes do fim do ano.
Esta decisão contraria a anterior rejeição de 2012 e surge depois de uma intensiva diplomacia levada a cabo pelo Arcebispo de Canterbury, Justin Welby.
A votação foi feita pelas diferentes “casas” da igreja, tendo na Câmara dos Bispos votado 37 a favor, dois contra e uma abstenção, a Casa do Clero teve 162 votos a favor, 25 contra e quatro abstenções e a Câmara dos Leigos 152 a favor, 45 contra e cinco abstenções.
As primeiras mulheres bispo podem agora ser nomeadas antes do fim do ano.
domingo, 13 de julho de 2014
Sapo Desporto
Canoagem
13-07-2014 15:25
Emanuel Silva e João Ribeiro sagram-se campeões da Europa de K2 500
A
dupla portuguesa formada por Emanuel Silva e João Ribeiro sagrou-se
hoje campeã da Europa de K2 500 metros, nos campeonatos de canoagem que
decorrem em Brandenburg an der Havel, na Alemanha.
Cerca de meia hora depois de subirem ao terceiro lugar do pódio de K4 1000, com Fernando Pimenta e David Fernandes, Emanuel Silva e João Ribeiro juntaram o título europeu ao Mundial, conquistado em 2013 na cidade alemã de Duisburgo.
Esta foi a quinta medalha, a primeira de ouro, conquistada para Portugal na última jornada destes Europeus de canoagem.
Cerca de meia hora depois de subirem ao terceiro lugar do pódio de K4 1000, com Fernando Pimenta e David Fernandes, Emanuel Silva e João Ribeiro juntaram o título europeu ao Mundial, conquistado em 2013 na cidade alemã de Duisburgo.
Esta foi a quinta medalha, a primeira de ouro, conquistada para Portugal na última jornada destes Europeus de canoagem.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
VISÃO
EUA têm cura para a leucemia?
Na fase de testes realizada até ao momento, 89 por cento dos pacientes atingidos por leucemia terão visto o cancro desaparecer completamente
com Lusa
Terça feira, 8 de Julho de 2014
As autoridades norte-americanas anunciaram que vão acelerar o
processo de aprovação para colocar no mercado um novo tratamento
experimental que tem obtido resultados promissores na cura da leucemia.
Trata-se de uma imunoterapia personalizada conhecida pelo nome de
CTL019, desenvolvida pela Universidade da Pensilvânia e considerada um
"grande avanço" pela Agência Federal do Medicamento (FDA) dos Estados
Unidos, entidade que avalia todas as substâncias terapêuticas e
terapias.
Isto significa que esta terapia vai beneficiar de um processo
acelerado de avaliação por parte da FDA, tal como uma atenção particular
para a sua colocação no mercado, já que foi a primeira imunoterapia
contra o cancro a receber esta designação.
A terapia consiste em extrair células T imunitárias do paciente e
depois programá-las geneticamente em laboratório para que anulem as
células cancerígenas que produzem a proteína CD19.
Estas células T modificadas são depois injetadas no organismo do
paciente, onde se multiplicam e atacam diretamente o cancro, tendo 89
por cento dos pacientes tratados até agora entrado em remissão da
doença.
A primeira criança a receber o tratamento, Emily Whitehead, celebrou em maio dois anos de remissão da doença.
"Os primeiros resultados dão imensas esperanças para um grupo
desesperado de pacientes e muitos deles conseguiram recuperar uma vida
normal na escola ou no trabalho depois de receberem esta nova
imunoterapia personalizada", disse o chefe da equipa de pesquisa da
Universidade de Pensilvânia, Carl June.
A universidade aliou-se em 2012 à empresa farmacêutica Novartis para
desenvolver e autorizar testes com esta terapia para o tratamento de
vários tipos de cancro.
terça-feira, 8 de julho de 2014
PÚBLICO Ciência
No Porto, está a ser criada uma vacina para proteger o bebé antes de nascer
Marta Lourenço
Será a primeira vacina neonatal do mundo. É para ser aplicada às
mulheres e, assim, evitar que os filhos recém-nascidos, ou na sua
barriga, desenvolvam infecções que matam mais de um milhão de bebés por
ano no mundo.
As infecções transmitidas da mãe para filho durante a gravidez e logo
após o nascimento são um grande problema de saúde. Causadas por
bactérias, podem desencadear pneumonias, meningites e sépsis (infecção
geral), levando nalguns casos à morte. Uma equipa de cientistas da
Universidade do Porto desenvolveu a primeira vacina neonatal do mundo
para prevenir estas três infecções e, agora, cedeu os seus direitos de
comercialização a uma empresa de biotecnologia portuguesa.
Tudo começou há mais de 30 anos. Nessa altura, Mário
Arala Chaves, conceituado investigador e imunologista português,
fundador do Laboratório de Imunologia do Instituto de Ciências
Biomédicas de Abel Salazar (ICBAS), da Universidade do Porto,
identificou que a bactéria Streptococcus intermedius libertava moléculas que interagiam com o sistema imunitário do hospedeiro. O resultado disso é que o “desligava”.
“Foi
uma descoberta interessante: parecia que as bactérias libertavam algo
que era imunossupressor. Ele ainda não sabia muito bem como nem o quê,
apenas sabia que algo era libertado”, conta ao PÚBLICO Pedro Madureira,
investigador do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), também
da Universidade do Porto, e que esteve envolvido neste estudo nos
últimos 12 anos.
Foi seguindo a linha de investigação de Mário
Arala Chaves que a equipa do ICBAS, liderada por Paula Ferreira,
conseguiu mais tarde identificar a proteína imunossupressora em questão e
determinar a sua influência no sistema imunitário dos recém-nascidos.
O
que fazem essas bactérias? “Em concreto, libertam uma proteína que
‘desliga’ o sistema imunitário das crianças”, explica Pedro Madureira.
“As crianças são muito susceptíveis a um determinado tipo de infecções
por bactérias, exactamente porque libertam essa proteína que ‘desliga’ o
sistema imunitário. As bactérias replicam-se e as crianças podem morrer
se não forem tratadas.”
Tendo desde sempre em vista a criação de
uma vacina, a equipa começou a trabalhar no desenvolvimento de uma que
contivesse pequenas porções da proteína imunossupressora. O objectivo é
evitar infecções perinatais, ou seja, que ocorrem antes, durante ou logo
após o parto.
Esta é a primeira vacina no mundo que induz o
organismo a produzir anticorpos nas mulheres para as três infecções
perinatais (pneumonia, meningite e sépsis), para assim neutralizar a
molécula que enfraquece o sistema imunitário. À semelhança do concluído
por Mário Arala Chaves para a Streptococcus intermedius, a
equipa já liderada por Paula Ferreira identificou essa mesma molécula
noutras bactérias (o mesmo mecanismo foi aliás explorado pela equipa
desta cientista para criar uma vacina contra as bactérias que provocam a
cárie e que está patenteada desde há alguns anos).
“No mundo não há nada, rigorosamente nada”, frisa Pedro Madureira, referindo-se a uma vacina neonatal.
Uma das bactérias que a vacina pretende combater é a Streptococcus agalactiae (ou Streptococcus
do grupo do B), um dos principais agentes infecciosos nos
recém-nascidos. Em relação às outras bactérias-alvo da vacina, o
investigador não as quer revelar por questões comerciais.
“Normalmente,
existem quatro bactérias que são as principais causadoras deste tipo de
doenças. Duas das bactérias não causam nenhum problema à mãe, mas,
quando passam para o bebé, podem causar infecções”, diz Pedro Madureira.
“Uma única vacina — são os resultados que temos — consegue evitar
infecções causadas por vários tipos de microrganismos.”
Até agora,
se não forem detectadas a tempo, estas infecções são tratadas tarde de
mais com antibióticos. Por ano, incluindo os nados-mortos, matam mais de
um milhão de bebés no mundo. Mas mais de 50% dos bebés que sobrevivem
ficam com sequelas graves: perda de visão, de audição e défices
cognitivos.
“As sequelas neurológicas podem durar a vida toda.
Vários estudos demonstram que grande parte das crianças que tiveram
infecções durante o período neonatal tem um défice de aprendizagem na
idade escolar. Mesmo não matando, as infecções causam sequelas graves.”
A
vacina será administrada às mulheres — e não aos bebés —, porque muitas
vezes as infecções ocorrem ainda na barriga da mãe. Desta forma, as
mulheres produzirão os anticorpos necessários, passando-os para o bebé.
Caso seja infectado, o bebé recebe os anticorpos da mãe que
neutralizarão essa proteína imunossupressora. Segundo o investigador, a
vacina deverá conseguir combater “90% das bactérias que causam infecções
em recém-nascidos”.
A ideia é vacinar as mulheres logo no início
da adolescência, independentemente pensarem ou não em engravidar um dia,
defende Pedro Madureira. “Por exemplo, receber duas doses da vacina e,
caso seja necessário, outra dose na gravidez.”
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