terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Celebridades recriam histórias de amor imaginárias para dizer ‘Não’ à homofobia

Olivier Ciappa decidiu fotografar celebridades heterossexuais em poses carinhosas e íntimas com pessoas do mesmo sexo. Um projeto ousado que tem como objetivo acabar com o estigma que ainda existe em torno do tema da homossexualidade.
A exposição ‘Casais imaginários’, que já passou por diversas, tem gerado muita atenção mediática devido às celebridades escolhidas para protagonizar esta sessão fotográfica.
A atriz Eva Longoria, que nas fotografias surge ao lado da cantora Lara Fabian, é uma das estrelas de Hollywood que aceitou integrar este projeto ousado e provocador que recria histórias de amor irreais.

“As celebridades que eu fotografei são heterossexuais, mas foi essencial para mim que o público acreditasse que estes casais imaginários e famílias que retratam fossem reais e credíveis”, revelou Olivier ao site de notícias Huffington Post. “Se o público não se conseguisse identificar com o seu amor e sentir que o sentimento era real, então é porque tinha falhado. Eu queria mostrar que o amor é amor, independentemente das pessoas envolvidas, a exposição também retrata famílias gays reais, famílias heterossexuais, pais solteiros, pessoas com deficiências, pessoas de etnias, religiões diferentes, casais novos, casais mais velhos… Todas estas imagens – imaginárias ou reais – tem o mesmo estilo quente e glamoroso que as torna atraentes e intemporais”, remata.
A exposição deve chegar aos Estados Unidos no verão.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Suinformação

Médico do hospital de Portimão premiado por método inovador para tratar otite serosa nas crianças

 
Um método inovador a nível mundial, que permite evitar 80% das cirurgias invasivas nas crianças que sofrem de otite média serosa, foi inventado e desenvolvido inteiramente no hospital de Portimão, pela equipa coordenada pelo médico Armin Bidarian Moniri, do Serviço de Otorrinolaringologia no Centro Hospitalar Algarvio (CHA).
O método é aparentemente muito simples e consta de uma máscara que se adapta ao nariz e à boca da criança, com um tubo, um balão que insufla de cada vez que o pequeno doente respira e ainda uma bomba. Tudo isso está escondido dentro de um brinquedo, um peluche, de modo a tornar o tratamento o menos «assustador e agressivo possível» para a criança…e até para os seus pais, como explicou Armin Bidarian Moniri ao Sul Informação.
A invenção e o desenvolvimento deste método valeu ao jovem médico Otorrinolaringologista uma distinção da Rainha Sílvia da Suécia, o seu país natal, que lhe foi entregue no passado dia 22 de Janeiro, no Castelo de Estocolmo, naquele país nórdico.
Esta distinção deve-se ao seu trabalho de investigação relacionado com a deficiência auditiva em crianças, que culminou com a criação de um tratamento inovador e não invasivo da otite média serosa, diminuindo, assim, as cirurgias invasivas.
A perda auditiva em crianças, cuja causa mais frequente é a otite serosa (cerca de 80% das crianças sofrem uma ou mais otites serosas antes dos 4 anos de idade), é uma deficiência comum que pode arrastar-se durante meses a anos antes de ser detetada, resultando em milhares de operações anuais em Portugal e em todo o mundo.
Além dos potenciais riscos associados à anestesia, as crianças sofrem ocasionalmente complicações graves e muitas têm que voltar a ser operadas. Todos estes procedimentos acarretam elevados custos socioeconómicos.
Ler mais em: http://www.sulinformacao.pt/2014/02/medico-do-hospital-de-portimao-premiado-por-metodo-inovador-para-tratar-otite-serosa-nas-criancas/

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Implante espinhal pode fazer paralíticos voltarem a andar

E-Dura: implante estimula nervos responsáveis pelo movimento das pernas
e-dura
Ratos com diversos danos na espinha dorsal conseguiram voltar a andar por meio de um implante, indicando um novo tratamento para pessoas com paralisia.
Um grupo de cientistas franceses criou uma fita prostética, equipada com eletrodos e esticada ao longo da medula espinhal.
A prótese é maleável e consegue se adequar aos tecidos que revestem a espinha dorsal, evitando desconforto ao paciente.
Ratos com paralisia que receberam o implante foram capazes de andar sozinhos após algumas semanas de treinamento.
Os pesquisadores da Ecole Polytechinque Fédérale de Lausanne, na França, acreditam que o aparelho pode durar 10 anos em humanos, antes de precisar ser trocado.
O implante, chamado de "e-Dura", é eficiente pois imita o tecido mole que fica ao redor da espinha (o dura-máter), de forma que o organismo não rejeita sua presença.
"Nosso implante e-Dura pode permanecer por um longo período de tempo na medula espinhal ou cortex", afirma o professor Stéphanie Lacour, que participa do projeto.
"Isso abre novas possibilidades terapêuticas para pacientes que sofrem de traumas ou distúrbios neurológicos, especialmente indivíduos que ficaram paralisados após sofrerem danos na espinha", diz Lacour.
Maleabilidade - Experimentos anteriores mostraram que eletrodos e substâncias químicas implantadas na espinha podem assumir o lugar do cérebro e estimular nervos, fazendo com que as pernas se movam involuntariamente quando acionadas.
Esse é o primeiro estudo a mostrar que um simples dispositivo pode ajudar ratos a andar novamente e ser tolerado pelo organismo.
Os cientistas tiveram problemas para encontrar um aparelho que pudesse ser inserido próximo à espinha ou cérebro.
Isso porque ambos os órgãos são revestidos por um tecido que pode inflamar ou ser ferido pela superfície dura de implantes.
O novo dispositivo, porém, é flexível o suficiente para ser inserido diretamente na medula espinhal. Ele imita as propriedades mecânicas do tecido vivo e pode fornecer impulsos elétricos e drogas que ativam as células.
O implante é feito de silício e coberto com fios de ouro capazes de conduzir eletricidade.
Os eletrodos são de platina e também podem ser entortados em qualquer direção, sem quebrar.
O dispositivo foi testado principalmente em casos de danos na medula espinhal em ratos paralisados, mas os pesquisadores acreditam que ele poderá ser usado em pacientes com epilepsia, mal de Parkinson e com dores crônicas.
Os cientistas esperam começar os testes clínicos em humanos nos próximos anos.
Fonte:exame.abril.com.br

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

PÚBLICO

Quem disse que um sem-abrigo e uma voluntária não se podem apaixonar?

Conheceram-se no Porto e é lá que estão a criar uma organização para ajudar outros sem-abrigo a integrarem-se.

Christian deixou a Casa da Rua e tem agora um espaço que partilha com a namorada Fernando Veludo/NFactos
Estava um frio dos diabos. Dora Matos distribuía comida pelos sem-abrigo na Praça da Batalha, no centro do Porto. Outra voluntária reconheceu Christian Georgescu e, entusiasmada, pediu-lhe que lhes tirasse uma fotografia. Os olhares deles cruzaram-se.
Christian chegara à cidade havia três anos. Viajara três dias numa camioneta de Budapeste ao Porto. Três dias de ansiedade, nariz tapado, pupilas dilatadas, dores, náuseas, espirros, bocejos. Para trás ficava uma história criminal que prefere esquecer. Não se livrou da heroína, começou a misturá-la com base de cocaína, a usar “speedball”.
Naquela noite, 3 de Dezembro de 2013, já não dormia encostado ao mercado de São Sebastião, a umas centenas de metros daquela praça. Tão-pouco entrava em lojas para furtar o que lhe viesse às mãos, com o objectivo de despachar tudo na Ribeira. Oito meses disso bastaram-lhe. Aderira a um programa de substituição opiácea. Dormia na Casa da Rua, comunidade de inserção da Santa Casa da Misericórdia do Porto, na Rua Duque de Loulé.
“Cortei com quem andava a roubar”, comentara com o PÚBLICO. “Já para mim acabou. Roubar acabou. Foi uma vida que não gostei. Já para mim acabou.”
Naquela noite, Christian era um homem sorridente, elegante, perfumado. Celebrara 35 anos dias antes e estava orgulhoso de fazer parte da comissão organizadora do encontro “Uma vida como a arte: Existimos! Somos Pessoas!”, a primeira iniciativa do Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo da Cidade do Porto (NPISA) a contar com a colaboração de pessoas com experiência de rua.
Nem sabem como ficaram ligados online. Supõem que seguiram uma sugestão da amiga comum. Quando se voltaram a ver, quatro meses depois, numa reunião d’ “Uma vida como a arte”, ele exclamou: “Olha a minha amiga do Facebook!” Ela sorriu. Apresentou-se como voluntária do grupo Arcanjos – amor ao próximo. Queria fazer mais do que distribuir comida.
Dias depois, lá estavam, desta feita numa iniciativa do Grupo de Acção Social do Porto, uma organização não-governamental vocacionada para a ajuda ao desenvolvimento, que também integra o NPISA, uma rede constituída pela Segurança Social e mais de 60 entidades formais e informais de apoio aos sem-abrigo. Convidadas a conversar com os voluntários para os ajudar a serem melhores voluntários, pessoas com experiência de rua queixavam-se dos atrasos, da qualidade da comida, do tratamento preferencial dado a este ou aquele.
“Eu, primeiro, só ouvi”, conta Christian. “Comecei a bater mal com o que estavam a dizer.” Resolveu tomar a palavra. Disse mais ou menos isto: “Gosto de vestir bem, gosto de cheirar bem, gosto de andar limpo. Tudo o que eu tenho vestido foi dado por voluntários. As minhas meias, as minhas cuecas, as minhas calças, a minha camisa, o meu casaco. Você está a dizer mal da comida. Você encontra comida melhor em casa? Não há. Na pensão? Não há. Onde está obrigado a ir? Às carrinhas. As pessoas que estão nas carrinhas deixam a casa delas, as famílias delas, a vida para estar ali, a entregar comida.”
Dora ouviu aquele homem de sotaque estranho, que lhe parecia tão simpático: “Tudo o que disse, a forma como disse, captou a minha atenção. Notei gratidão. Muitas vezes, na rua, não há isso. Parece que é uma obrigação dos voluntários estar ali.” Ele também estava a achar graça àquela mulher, três anos e dez meses mais nova. “Eu estava a ver Dora voluntária. Era agitada, faladora, brincalhona. Era um género de pessoa que eu gostava.”
Calhou cruzarem-se pouco depois em casa de alguém. Ele acompanhou-a ao táxi. Trocaram números de telefone. No dia seguinte, ele ligou-lhe. E no seguinte. E no seguinte. E no seguinte. Ela emprestava-lhe os ouvidos, aconselhava-o. “Eu achava que ele tinha muita necessidade de falar”, diz ela. “De falar sem ser julgado”, esclarece. Foram tomar um café. “Ele dizia que eu era o anjo dele. Até me ofereceu uma asa.”, recorda ela. “Ainda és o meu anjo”, diz ele. “Eu estava a ver alguém que se importava comigo”, prossegue. “E precisavas disso. De alguém que lidasse contigo sem ser por obrigação.”

sábado, 16 de janeiro de 2016

 Jornal

TORNADO

Invisuais vão poder ler um tablet em braile

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O formato é de um tablet tradicional, mas o ecrã é toda uma outra conversa: imaginem que existe uma tecnologia específica que gera, através de ar comprimido que empurra nano pinos, o alfabeto braile na sua superfície? Está a ser desenvolvido por uma equipa da Universidade norte-americana de Michigan e espera-se que veja a luz do dia em Setembro deste ano.
O princípio, para percebermos melhor, é muito semelhante àquele brinquedo com pregos que tomam a forma de uma mão, dedo, nariz ou objectos que empurramos na superfície lisa.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016


CORREIO da manhã
Arrumador doa 400 euros a desempregado José Barradas comovido com honestidade de Fernando Pinto. Por João Saramago

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/arrumador_doa_400__a_desempregado.html

Arrumador doa 400 euros a desempregado José Barradas comovido com honestidade de Fernando Pinto.


Arrumador doa 400 euros a desempregado José Barradas comovido com honestidade de Fernando Pinto. Por João Saramago

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/arrumador_doa_400__a_desempregado.html
10.01.2016 09:24 
  
Por João Saramago 

Fernando Pinto, residente na Póvoa de Varzim, foi notícia no Correio da Manhã, em setembro último, por devolver uma carteira com 400 euros que achou. 
Desempregado e a viver com 220 euros de rendimento mínimo, Fernando Pinto disse que, após devolver a carteira, dormiu "com a consciência tranquila". O gesto comoveu José Barradas, arrumador de carros no parque de estacionamento de um restaurante de Lisboa, que prometeu a si próprio conseguir obter os 400 euros que Fernando Pinto achou para lhe dar no Natal. "Decidi que a partir daquele dia iria pedir aos clientes do restaurante uma pequena contribuição para ajudar este homem", disse José Júlio. 
Moeda a moeda conseguiu obter 407 euros que, por transferência bancária, remeteu para a Póvoa de Varzim, com votos de um Feliz Natal e um Bom Ano Novo.
 Fernando Pinto referiu ao CM ter ficado surpreendido, quando soube que iria receber os 400 euros. "Não estava à espera. Ainda para mais de uma pessoa que não me conhece. Este gesto só prova que no nosso país temos pessoas com o coração grande", referiu. 
Recorde-se que quando Fernando Pinto entregou a carteira de um empresário de Vila Nova de Gaia, os trabalhadores do Correio da Manhã/CMTV e da Cofina (empresa proprietária do CM) uniram-se para oferecer a Fernando Pinto uma ajuda monetária.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Selma Al Majidi, a primeira mulher a treinar um clube de futebol num país árabe

O futebol não é um mundo muito feminino, mas o caso de Selma Al Majidi consegue estabelecer um marco na história do Sudão. A jovem de 25 anos é a primeira mulher a treinar um clube de futebol masculino num país de maioria muçulmana.
A sua paixão pelo futebol começou aos 11 anos, quando acompanhava o irmão mais novo aos treinos de futebol. Hoje é a responsável técnica dos atletas do Al Nasr, um clube da terceira divisão, no distrito de Omdurman.
Em entrevista à FIFA, Selma Al Majidi recordou como aprendeu as bases para ser treinadora: "Eu anotava tudo o que o treinador dizia ao meu irmão e aos seus colegas de equipa. Aprendi as suas instruções e táticas de coração e até a forma como ele colocava os cones". Em casa continuava a aprendizagem com o irmão, ao recordar o que tinha aprendido nesse dia.
O sonho de treinar um clube de futebol concretizou-se depois de ter sido convidada para acompanhar as categorias de sub-13 e sub-16 num clube de Omdurman, o Al Hilal. O convite foi aceite de imediato apesar dos desafios que teve pela frente.
"É muito difícil treinar adolescentes e tive de ser forte para lidar com eles. Normalmente, os adolescentes não ouvem os adultos e às vezes riem daquilo que lhes é dito. Eu aprendi a importância de ser paciente o que me ajudou bastante na minha carreira no futebol sénior", recordou.
A jovem tem noção que o facto de ser mulher pode ser um obstáculo para a profissão que quer exercer: "No princípio, os jogadores não queriam trabalhar comigo só porque eu era mulher. Era estranho para eles e a situação era incerta. No entanto, com o tempo, eles começaram a respeitar-me e a elogiar o meu trabalho".
Além do curso de treinadora, Selma é ainda licenciada em Contabilidade e Gestão. E apesar dos contratempos, a jovem tem noção que fez história: "A sociedade não é favorável ao que eu estou a fazer porque acredita que apenas os homens devem treinar clubes de futebol masculinos", explicam, acrescentando que "estou feliz por ser um exemplo de vida, no Sudão. Onde quer que vá, os meus compatriotas cumprimentam-me e dão-me os parabéns. Espero continuar neste caminho e chegar a um clube de primeira divisão ou até chegar a um nível internacional".
A jovem que faz parte da lista das 100 mulheres mais inspiradoras de 2015, da BBC, agradece o apoio da família uma vez que "os homens na rua são mais conservadores que os meus pais, que sempre me encorajaram a seguir em frente e a treinar homens. A minha família é o meu maior apoio", remata.

  SIC Notícias
23:24 09.01.2016

Paulo Gonçalves parou para ajudar piloto austríaco vitima de queda no Dakar

A etapa deste sábado do Rali Dakar ficou marcada por um momento que está a emocionar o mundo do desporto. O piloto português, Paulo Gonçalves, parou para dar assistência a Matthias Walkner, que caiu nos quilómetros iniciais. Paulo Gonçalves ficou junto do austríaco até à chegada das equipas médicas.

video

 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

ZAP aeiou

Holanda está a preparar uma barragem que limpa o oceano

The Ocean Cleanup
Detalhe do sistema de recolha de plástico de Boyan Slat
Detalhe do sistema de recolha de plástico de Boyan Slat
A Holanda vai testar no segundo trimestre de 2016 uma barragem revolucionária “amiga” do ambiente, indicou uma fundação holandesa que pretende eliminar os plásticos – garrafas, sacos e outros – que poluem os oceanos.
Num comunicado divulgado na quinta-feira em Haia, a fundação The Ocean Cleanup irá testar a infra-estrutura em condições reais a 23 quilómetros da costa holandesa e em pleno Mar do Norte, construindo uma barragem de 100 metros de comprimento.
Enquanto na maior parte das barragens o procedimento é feito através de embarcações, que vão recolhendo o lixo e o plástico, a fundação pretende usar as correntes marinhas para os armadilhar.
Em 2020 serão estendidos dois braços flutuantes de 50 quilómetros cada, em forma de “V”, e serão colocados no fundo do mar.
“O objetivo do teste é observar os efeitos do mar, sobretudo as correntes e as ondas”, precisou a fundação no documento, que já testou a barragem em condições controladas nas bacias holandesas.
A “sopa plástica” – uma mistura de detritos de plástico de tamanhos diversos no oceano – tem um impacto considerável sobre o ambiente.
O sistema foi inventado há 4 anos por Boyan Slat, o jovem de 20 anos com uma missão ambiciosa – livrar os oceanos do planeta dos plásticos flutuantes – que fundou a The Ocean Cleanup.
O primeiro sistema de limpeza de oceanos inventado por Boyan Slat vai ser testado no segundo semestre de 2016
O primeiro sistema de limpeza de oceanos inventado por Boyan Slat vai ser testado no segundo semestre de 2016
Os animais marinhos, como os golfinhos ou as focas, são os que acabam por ser as maiores vítimas, ao serem enredados, podendo sufocar e acabar por morrer.
O mesmo se passa com as tartarugas, que confundem os sacos de plástico com medusas.
Decompostos em pequenas partículas, os plásticos suspeitos de ter um efeito negativo na fertilidade e de provocar doenças cancerosas no homem, entrarão depois na cadeia alimentar, mas numa escala bastante inferior
O teste deverá servir de base para um outro, ainda em maior escala, próximo da ilha japonesa de Tsushima (sul).
O projeto, a realizar por um consórcio do Japão e da Coreia do Sul, deverá ter uma infraestrutura de cerca de dois quilómetros.
A fundação holandesa ressalvou que a barragem é constituída por barreiras, não por uma rede, sob as quais os peixes poderão passar livremente e que o dispositivo a testar não representa qualquer ameaça à fauna.

ECONÓMICO

Fisco e Segurança Social proibidos de penhorar casas

Parlamento aprova projetos-lei na quinta-feira. Só são excluídos imóveis de muito elevado valor tributário.
Fisco e Segurança Social proibidos de penhorar casas

O parlamento vai aprovar na quinta-feira os projetos da esquerda que impedem que seja retirada a casa de morada de família aos cidadãos que tenham dívidas ao Fisco ou à Segurança Social, escreve o jornal i.
O novo projeto-lei do PS estabelece que, independentemente da dívida fiscal ou à Segurança Social, são proibidas as vendas de casas de morada de família em processo de execução fiscal, seja qual for o montante.
A única exclusão é para as casas com muito valor tributário, para evitar que os contribuintes com elevado património se coloquem intencionalmente ao abrigo desta proteção. Só as casas com valor superior a 574 mil euros podem ser penhoradas e vendidas.
Nos últimos dois anos quase 5.900 famílias perderam a casa em penhoras por dívidas à Autoridade Tributária.